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03/10/2017 17h49
Internet se mobiliza em apoio aos 12 policiais que serão julgados nesta quarta-feira (04)
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Doze policiais militares da PMPR vão a julgamento nesta quarta-feira (04), acusados de executar a tiros cinco suspeitos que estavam dentro de um veículo Gol furtado, no bairro Alto da Glória, em Curitiba, em setembro de 2009. O julgamento deverá durar aos menos três dias e a AMAI estará acompanhando o caso. 

A sustentação do Ministério Público de que a ação foi uma execução e não um confronto, mobilizou as redes sociais. A triste inversão de valores que coloca os policiais como assassinos, incentivou a publicação de diversos vídeos em apoio aos PMs, motivando também o apoio de toda a sociedade paranaense.

Em um deles, uma criança fardada ressalta: “Todos esses policias tem filhos, da minha idade ou menores. Eles só estavam fazendo o trabalho deles, defendendo a sociedade e a própria vida”. O sargento Fahur também divulgou um vídeo em apoio aos companheiros de farda, convocando a todos para fazerem o mesmo no dia do julgamento. “Eu acredito na Justiça, no povo do Paraná e na Polícia Militar do Paraná. Força e Honra”, afirmou ele. O lutador Anderson Silva também divulgou um vídeo, indignado com a denúncia do Ministério Público: ”são policiais que têm família, que enfrentam situações adversas na rua para proteger a população. Eles estavam cumprindo o seu dever”, afirmou ele.

Vale lembrar que os “suspeitos” mortos estavam em um carro roubado e, segundo os policiais, ignoraram ordens de parada, furaram bloqueios policiais e, após colidirem o veículo, saíram já tirando contra os PMs. Eles foram levados ao hospital pelas próprias equipes da PM, mas não resistiram.

Uma recente matéria publicada no Massa News, lembrou que os cinco mortos vinham praticando assaltos há algumas semanas na capital e horas antes do confronto, pelo menos três assaltos foram praticados pela quadrilha. Todos foram reconhecidos por uma das vítimas, assim como as armas apreendidas pela PM.

“Dois dos cinco mortos respondiam por crimes como tentativa de homicídio, outros tinham ligação com o tráfico e uma facção criminosa. Em um trabalho feito pelo serviço reservado da PM, foi possível descobrir que ambos estavam recrutando novos jovens para cometer assaltos nas semanas que antecederam o confronto no Alto da Glória. A morte dos dois, segundo moradores, trouxe alívio e sensação de segurança a comunidade local”, ressaltou a reportagem.

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