Home > Notícias > Detalhes
Notícias
13/07/2017 09h18
AMAI busca esclarecimentos sobre excessos em curso de formação de soldados e de cabos
Not�cias

A AMAI encaminhou um ofício ao comandante-geral da PMPR, coronel Maurício Tortato, solicitando esclarecimentos sobre a denúncia de excessos realizados na Academia Militar do Guatupê, no dia 28 junho deste ano, com alunos do Curso de Formação de Soldados e do Curso de Formação de Cabos.

A informação recebida pela Associação é que os alunos foram “punidos”, devido ao fato de terem corrido até o ônibus, no qual não haviam bancos suficientes para todos, após a operação na Pedreira Paulo Leminski, realizada para garantir a ordem pública durante a votação de projetos de lei da esfera municipal. Como punição, eles foram obrigados a correr 3.500 metros e fazer flexões nas pedras, alguns deles ficaram, inclusive, com as mãos machucadas.

Fatos como estes, se comprovados, não contribuem para a formação dos policiais e bombeiros militares. Pelo contrário, promovem o abuso de autoridade, constrangimento, desrespeito, violando os direitos dos militares estaduais. Além disso, vão em desencontro à filosofia da entidade de “desenvolver e difundir uma doutrina de sentimento fraterno e de respeito mútuo nas relações hierárquico disciplinares, bem como cultivar o respeito à dignidade da pessoa e aos princípios defendidos pela doutrina de direitos humanos”.

A AMAI aguarda resposta do comando geral sobre a denúncia. Uma cópia do ofício foi encaminhada também à Secretaria Estadual de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SESP), à Comissão dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná, e à Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraná.

Comentários
# Nome
# E-mail
# Comentário
# Verfficação (digite as palavras da imagem no campo de texto)
19/07/2017 - 10h20
Verdades incomodam!
Simplesmente "os iguais sendo tratado como desiguais" quando existe duas policiais num mesmo espaço, instituição ou seja: PM e suas duas caras metades com salários desproporcionais entre ambos e uma policia operacional que trabalha (as praças) e conhecem a fundo a atividade fim da corporação de "cabo a rabo"a outra que colhem os "louros" para galgar a carreira automaticamente!
14/07/2017 - 11h47
Valmir josé pagnoncelli
Nos estamos no Século XXI, e infelizmente ainda tem gente dentro da Policia Militar que ta na idade da pedra, que acha que esse tipo da coisa disciplina alguém, mas isso não é nada.........
13/07/2017 - 15h07
Nathan Cruz
Infelizmente é um ato que apenas diminui a PMPR. Observei o constatado e nada constatei como abuso ou excesso. Vi apenas atividades previstas na vida militar principalmente no aquartelamento dos cursos de formação. Correr ou "pagar flexões" é tradicional no pátio da APMG e aqueles que não podem executar por estarem baixados por algum motivo médico não irão fazer as atividades, isto já realidade. Portanto, vejo apenas um ato de traição ao superiores hierárquicos, coordenadores e instrutores. Infelizmente expondo reclamações cotidianas em documentos oficiais sem a mera necessidade ou comprometimento. Talvez ninguém goste de correr numa manhã após uma operação. Mas ai é uma questão de analisar onde o indivíduo esta, tudo passa.

Obrigado por permitir este espaço de comentário e espero que isso seja apurado com seriedade e mostre a falta de materialidade.
Exibir mais comentários
Encontre no site da AMAI
Jornal AMAI
Assine nossa newsletter
# Nome
# E-mail
# CPF
# É associado?
     
© 2012 AMAI Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos Inativos e Pensionistas. Todos os direitos reservados.