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10/01/2017 09h51
Rafael Greca responde dúvidas relacionadas aos policiais e bombeiros militares
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Em entrevista exclusiva ao Jornal AMAI, o prefeito de Curitiba comentou questões da administração municipal que atingem diretamente a categoria.

1) A segurança pública é uma das principais preocupações da população curitibana, e a Constituição Federal estabelece a atuação também do município no sistema de segurança pública. Como o senhor pretende manter o diálogo com a categoria dos policiais e bombeiros militares e as associações representativas da classe?

RAFAEL GRECA - Dialogando como sempre fiz por meio de encontros e reuniões periódicas. A ideia é envolver todos os setores da organização da sociedade civil e as instituições públicas para promover a segurança dos cidadãos. Vamos estabelecer o policiamento de proximidade com a população seja na área central e nos 75 bairros. A Guarda Municipal e a Polícia Militar vão trabalhar em conjunto, também buscando harmonia com os efetivos da Segurança Privada.

2) Durante sua participação no evento realizado pelas associações, o senhor comentou sobre seus projetos relacionados à segurança pública, com uma cidade conectada, uma sala de situação, como utilizada na ocasião da Copa do Mundo, além de sensores de pânico ativados por torres de sentinela e o mapeamento do crime. Como e quando pretende executar essas ações?

RAFAEL GRECA - As ações serão realizadas ao longo da minha gestão. Nos primeiros 180 dias quero integrar as equipes de Polícias por meio da integração das câmeras de TV já existentes. Na próxima semana terei uma reunião com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná para alinhar as mudanças que pretendemos promover.

3) A gratuidade no uso do transporte coletivo pelos PMs/BMs fardados será mantido em sua gestão? Este direito pode ser ampliado também para os militares à paisana?

RAFAEL GRECA - Esse é um assunto que precisa ser avaliado. Ainda não sei o cenário econômico que irei encontrar para manter a gratuidade no transporte coletivo. Tudo indica que as finanças municipais estão no limite prudencial de gastos nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal.

4) A legislação estadual isenta os militares estaduais de imposto intervivos - ITBI (lei 1943 de 1954, Art. 303). Porém, o município de Curitiba não considera essa legislação recepcionada pela CF 88. Existe a possibilidade de alterar a legislação municipal para garantir essa isenção e ainda a reserva de um percentual em todos os loteamentos da cidade para policiais e bombeiros, fortalecendo os vínculos dos policiais com as diversas comunidades e bairros da cidade?

RAFAEL GRECA – No estado de Direito moderno o privilégio de categorias específicas deve ser analisado criteriosamente. Entendo que essa é uma situação cada vez mais restrita até porque incide no Direito de Propriedade e não numa carência da população.

5) A participação das associações representativas da classe militar estadual no CONSEP - Conselho Municipal de Políticas Públicas de Segurança de Curitiba, traria importantes contribuições para a segurança pública da cidade. A inclusão das associações no Conselho, que atualmente é composto por 30 integrantes – divididos entre nove representantes da administração pública, nove de entidades ligadas aos trabalhadores da área de segurança pública e da Guarda Municipal e 12 de entidades da sociedade civil ligadas à área, será possível na sua gestão?

RAFAELGRECA – Claro que sim. Toda contribuição é bem-vinda para promover a segurança da população.

6) Existe algum projeto para a ampliação e aperfeiçoamento do PROERD, além da participação das entidades militares estaduais nas políticas de prevenção ao uso de drogas onde poderão colaborar na ampliação do “Programa conhecer para prevenir” incluindo conceitos de segurança pessoal e pública?

RAFAEL GRECA – Queremos o PROERD integrando o contraturno escolar nas Linhas do Conhecimento. Já contamos com a cooperação de seus integrantes durante a nossa vitoriosa campanha.

Comentários
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11/01/2017 - 09h15
Valter Humberto Ombrellino
O problema de alguns policiais e bombeiros militares (não entendo essa divisão nos artigos publicados, afinal somos todos policiais militares) é ver todo político como corrupto e querendo se aproveitar de nossa instituição. Não vejo a situação dessa forma, pois acho muito proveitoso a execução de um trabalho conjunto em prol da segurança da comunidade, pois nós, também fazemos parte da comunidade e seremos também beneficiados. Companheiros, vamos abrir os olhos para ver as ações feitas pelo seu lado positivo. O pessimismo leva a derrota, e nos policias militares, somos vencedores!
10/01/2017 - 10h44
JOAO BATISTA MACHADO
Pode-se perceber claramente que esses políticos só querem tirar proveito das instituições militares, porém, nada em troca. Resumindo, só querem adiantar o lado deles. Trouxa de quem vai na conversa desses...
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