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04/01/2017 09h49
STF determina quebra de sigilo telefônico de Gleisi Hoffmann
Not�cias

A situação de Gleisi Hoffmann não anda nada bem. De acordo coma revista Veja, o Supremo Tribunal Federal determinou a quebra de sigilo telefônico da senadora, suspeita de ter recebido R$ 500 mil de propina da empresa Odebrecht, para sua campanha ao Governo do Paraná em 2014.

Ela e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, também são investigados pelo recebimento de R$ 1 milhão da diretoria de abastecimento da Petrobras, para a campanha ao Senado, em 2010. Eles se tornaram réus na Lava-Jato após o STF aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, com a acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Confira a matéria completa:

Fonte: Veja.com 

Enquanto o acordo de delação premiada da Odebrecht não é homologado pelo Supremo Tribunal Federal, a Operação Lava-Jato avança nas investigações sobre políticos que receberam propinas da empreiteira. Para apurar se a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) recebeu dinheiro sujo da construtora, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão na Corte, a quebra do sigilo telefônico da parlamentar. O pedido foi deferido no fim do ano passado.

Conforme VEJA revelou há dois meses, Gleisi é suspeita de figurar na lista do setor de propinas da Odebrecht com o apelido “Coxa”. A ex-ministra da Casa Civil teria recebido meio milhão de reais em  dinheiro vivo durante sua campanha para o governo do Paraná em 2014. Documentos encontrados pela Polícia Federal na sede da empreiteira relacionam o codinome “Coxa” a um número de telefone e a um endereço em São Paulo onde funciona a agência Sotaque Publicidade e Propaganda. O dono da linha telefônica é Bruno Martins Gonçalves Ferreira, ex-sócio da Sotaque, empresa que era administrada pelo marqueteiro Oliveiros Domingos Marques Neto, responsável pela campanha fracassada de Gleisi em 2014.

Procurado por VEJA, Bruno Martins Gonçalves esclareceu: “Caí de gaiato nessa história. Na verdade, o meu ex-sócio, Oliveiros Domingos, que estava cuidando da campanha da Gleisi em Curitiba, me pediu um favor: levar o Leones ( Dall’agnol, ex-chefe do gabinete de Gleisi Hoffmann) do aeroporto de Congonhas até o escritório da Odebrecht, em São Paulo. Na reunião que ocorreu na empresa e que acompanhei, foram pedidos recursos para a campanha da Gleisi, e o executivo da Odebrecht disse que iria ajudar. Não me lembro de terem discutido valores”. Bruno esclareceu, em depoimento prestado à Polícia Federal, que a reunião na sede da empreiteira foi conduzida por Fernando Migliaccio da Silva, executivo da empreiteira responsável pelo gerenciamento do departamento de propinas da companhia.

A quebra de sigilo telefônico, autorizada por Teori, também se estende a Bruno Martins Gonçalves, a Leones Dall’agnol e a Fernando Migliaccio, um dos 77 delatores da Odebrecht. O objetivo dos investigadores é conferir se os suspeitos se comunicaram entre si e depois provar, a partir de dados da localização dos celulares, que eles se reuniram na sede da Odebrecht.

 
Homem de confiança de Gleisi, Leones Dall’agnol integrou o conselho de administração dos Correios, presidido pelo ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo, marido da senadora petista. O ex-chefe de gabinete da senadora petista teria embolsado uma propina de 600 000 reais de contratos dos Correios, segundo delação do ex-vereador do PT Alexandre Romano, conhecido como Chambinho.

Em setembro, Gleisi e Paulo Bernardo se tornaram réus na Lava-Jato após o STF aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República que os acusa de terem praticado os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com os investigadores, a senadora teria recebido 1 milhão de reais em propina da diretoria de abastecimento da Petrobras para a sua campanha eleitoral ao Senado em 2010. O casal nega as acusações.

Procurada por VEJA, a senadora Gleisi Hoffmann disse por meio de sua assessoria que desconhece as informações da investigação.


 

Comentários
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05/01/2017 - 10h37
RM
PRECISO RETIRAR A CARA DESSA "VACA COM NARIZ DE BONECA" DO SITE
04/01/2017 - 10h34
VERDADES INCOMODAM
Quando o bandido MOR abre a latrina e se fazer de vítima a cara de narizinho sempre está ladeando o bandidão chefe.
Esta mesma canalha, picareta que vive maritalmente com outro nada menos bandido do que seus parceiros tem sempre em mente de "acabar com tudo que se diz; militares", porque!?
Óbvio, somente militares podem fazer autuar em flagrantes na sua maioria, porque a polícia civil esta pouco se lixando se a "água tá correndo pra cima ou pra baixo!Quem ladeaia governadores comandantes e oficiais da PMs no Brasil, cidadãos que chegam ao alto escalão por meio de promessas de políticos e promovidos dentro de pouquíssimos tempos e políticos se acham no direito de cobrar conforme barganha feita com estes senhores que lá estão sem se preocupar com a classe ou o restante da tropa e sim somente com os seus "umbigos!"Feito o que ocorreu com a lei de 2012 do subsídio que juntamente com cmdo e associações de oficiais perpetraram e empurram toda essa desigualdade vista "goela a baixo ' dos inativos da PMPR.COISA HORRIPILANTE E VERGONHOSA PARA QUEM DEVERIM TER UM MINIMO DE DIGNIDADE, CARATER PARA COM QUEM CARREGOU ESTA INSTITUIÇÃO NAS "COSTAS" ASSIM COMO AQUELES QUE TOMBARAM EM SERVIÇO DEIXANDO OS SEUS(FAMILIARES) "A VER NAVIOS".
Esta por sí só já é bandida! Esperamos que a justiça se faça cumprir tão rápida e eficiente como para os "ladrões de galinhas" que abarrotam cadeias brasileiras!
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