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30/10/2018 14:00

AMAI lamenta morte do coronel Neves

AMAI lamenta morte do coronel Neves

Foi com muita tristeza que a AMAI recebeu a notícia da morte do associado, tenente-coronel Waldir Copetti Neves, na tarde de segunda-feira (29), em Ponta Grossa. Ele foi executado e encontrado dentro de seu carro, próximo da fazenda onde morava.

O coronel Neves, como era conhecido entre os amigos e companheiros de farda, era associado da AMAI e teve um importante trajetória na Polícia Militar do Paraná, a qual foi destacada pela família, em nota oficial, além de outros feitos.

Ele foi chefe do Estado Maior da PMPR, chefe do Serviço de Inteligência do Estado do Paraná, nos anos de 1992 a 1994 e criador do extinto Grupo Águia. Concluiu inúmeros cursos de especialização, inclusive alguns fora do Brasil (FBI), recebeu medalha de mérito policial por inovação pela criação de técnicas de combate ao crime organizado, e também menção honrosa da Assembleia Legislativa do Paraná e da Câmara Municipal de Curitiba, por ter se destacado na área de segurança pública nos anos de 1997 e 1998.

A família lamentou diversas inverdades divulgadas pela imprensa e reportagens antigas sobre suposições de envolvimento dele em uma milícia para reprimir ações do MST. “No que se refere ao seu envolvimento em processo criminal, informa-se que diferentemente do que vem sendo noticiado, o coronel Waldir Copetti Neves foi condenado a pena privativa de liberdade de 7 anos, 4 meses e 25 dias a regime semiaberto, tendo sido absolvido do delito previsto no artigo 12 da Lei 6.368/76 e encontrando-se o processo penal em fase de recurso”, declarou a família por meio da nota.

Em 2010, em uma entrevista exclusiva ao Jornal AMAI, ele falou sobre a acusação, a prisão temporária e a batalha judicial para provar sua inocência. Relembre:

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