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29/10/2018 10:00

Na bancada do Paraná, Bolsonaro tem “aliados de primeira ordem”

Na bancada do Paraná, Bolsonaro tem “aliados de primeira ordem”

Eleito presidente da República neste domingo (28), o nome da extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) deve contar com o apoio inicial de, pelo menos, metade dos 30 integrantes da bancada do Paraná na Câmara dos Deputados. Há alguns nomes, contudo, que podem se tornar “aliados de primeira ordem” do novo chefe do Executivo, incluindo o candidato mais votado no Paraná, Sargento Fahur (PSD), cujo discurso bélico encontra sintonia com Bolsonaro.

Na pauta de costumes – alavancada pela onda conservadora –, o novo presidente da República deve contar com outro paranaense eleito, o vereador de Londrina Filipe Barros (PSL), possível integrante da chamada “bancada da bíblia”.

Outro paranaense que demonstrou proximidade com Bolsonaro é Pedro Lupion (DEM), provável integrante da bancada ruralista. Lupion chegou a fazer campanha eleitoral para Bolsonaro. Além disso, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, é padrinho de casamento de Lupion.

Outro paranaense eleito, Felipe Francischini (PSL), também ensaia se tornar aliado de primeira ordem de Bolsonaro. Ele deve se concentrar no embate com a oposição. O pai de Felipe, o atual deputado federal Fernando Francischini (PSL), passou o mandato na Casa segurando uma bandeira única, a do anti-PT.

Oposição

Dentro da bancada do Paraná, também haverá nomes da oposição a Bolsonaro, a começar pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que, em 2019, trocará o Senado pela Câmara dos Deputados. A petista esteve no núcleo duro contra o impeachment de Dilma Rousseff e também contra a gestão Temer.

Outros dois petistas reeleitos engrossam a oposição, Ênio Verri e Zeca Dirceu – embora tenham tido até aqui atuações tímidas no embate de plenário sobre temas ligados ao Planalto.

Outros dois nomes do campo progressista também podem se destacar na oposição: os paranaenses Aliel Machado, reeleito pelo PSB, e Gustavo Fruet (PDT), que volta para a Câmara dos Deputados a partir do ano que vem.

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