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06/08/2018 10:00

BOPE Fight promove noite de lutas com atletas policiais e civis no Ginásio do Tarumã, em Curitiba

BOPE Fight promove noite de lutas com atletas policiais e civis no Ginásio do Tarumã, em Curitiba
Fonte: Polícia Militar do Paraná

Atletas renomados das artes marciais e policiais militares do Paraná e de outros estados brasileiros dividiram o tatame na noite deste sábado (04/08) durante o BOPE Fight Brasil, proporcionando um grande espetáculo de lutas. O evento faz parte das comemorações dos 30 anos da Companhia Comandos e Operações Especiais (COE) do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e dos 164 anos da Polícia Militar do Paraná.

O Comandante da COE, capitão Cezar Hoinatski, explicou que o evento foi preparado com excelência para proporcionar uma noite inesquecível ao público. “As lutas selecionadas que estão num nível altíssimo que as pessoas poderão assistir. Um evento que tem a ideia de fazer o congraçamento entre os policiais militares do Brasil todo e trazendo esse esporte que cresce cada vez mais no Brasil”, disse.

O card foi composto por 13 lutas das modalidades MMA, Submission, K1 e Jiu-jitsu. Atletas das Polícias Militares do Paraná, Pernambuco e de São Paulo e da Polícia Civil disputaram o troféu. Também houve a presença de atletas renomados como Eduardo Camelo, ídolo do MMA. “Agradeço muito pelo convite ao evento, e para estar aqui hoje tive a oportunidade de fazer um dia do curso do COE pra mim é uma grande honra”, afirmou o lutador.

Para quem pensa que as artes marciais são só um hobby para os policiais está enganado: o treinamento com lutas faz parte do treinamento para preparar o militar estadual em situações que exigirem o uso moderado de força. “Eventos como esse estimulam a luta na atividade policial, isso é forma de reconhecimento pelo trabalho da COE para a sociedade”, disse o cabo do Batalhão de Operações Especiais de Pernambuco, Carlos Amorin.

O público aplaudiu de pé a presença do lutador curitibano Wanderlei Silva, ícone do cenário MMA e que prestigiou o evento ao lado dos policiais militares. Para ele, a organização de um torneio de luta pela PM significa mais preparo dos policiais no campo das artes marciais. “Simboliza o cuidado que a Polícia Militar tem com seus soldados colocando sua tropa para treinar, difundindo a arte marcial. Um policial bem treinado é bom para defender a si e a nossa sociedade”, explicou.

O evento foi dividido em card preliminar e card principal. No card preliminar houve seis lutas: Luan Silva x José Eleutério (jiu-jitsu); Jhonatan Luiz x Gabriel Salles (K1); Pablo Machado x Junio Belo (K1); Thiago Manoel x Flávio Simões (K1); Matheus Correa x Rahue Murilo (submission); Cezar Rodrigo x Fabiano Rodrigues (MMA).

Pelo card principal foram quatro lutas: Laerte Costa x Igor Krepel (MMA); Leandro Kalinowski x Carlos Amorin (submission); Andrey Volf x Igor Soares (MMA); Eduardo Camelo x Igor Pakato (MMA).

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