MST não é exemplo

A reportagem da Revista Veja (edição 2097 – 28/01/2009 – pag 46) “Manual da Guerrilha” mostra com exclusividade uma cartilha secreta do MST aprendida pela polícia durante a invasão, em abril do ano passado, da fazenda Estância do Céu, no Rio Grande do Sul.

As cartilhas encontradas revelam que as ações do movimento não são crimes isolados, mas sim, decorrentes de um manual, que indica vários procedimentos para se ter êxito em roubos e fraudar cadastros do governo, assim como, fabricar bombas e trincheiras. Para o promotor do Ministério Público gaúcho citado na matéria, Gilberto Thums, o MST é formado por alguns desvalidos, vários aproveitadores e muitos bandidos.

Em novembro de 2008, o líder do movimento, João Pedro Stédile, foi palestrante no curso de formação de oficiais capacitados em gerenciamento e negociação em conflitos sociais, promovido pela Polícia Militar do Paraná. A palestra teve como principal objetivo “ensinar como agir em situações de crise, como a desocupação de terrenos invadidos”. O fato gerou muita discussão, uma vez que o palestrante é um contumaz infrator de leis e dispositivos constitucionais.

A reportagem da Revista Veja mostra que, cada vez mais o Movimento dos Sem Terras ganha características de um grupo terrorista. Só mesmo Requião e a PMPR, para acreditarem que o líder Stédile é exemplo dos nossos policiais, para esse tipo de crise.

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