Arquivo da categoria ‘d) Polícia na Mídia’

Pessuti anuncia pagamento da 3ª parcela da reestruturação da PMPR

quarta-feira, agosto 11th, 2010

Confira a matéria produzida pela Jornalista Marcia Santos e publicada no site da PMPR

Pessuti anuncia durante aniversário de 156 anos da PM pagamento da 3ª fase do salário dos militares estaduais

O governador Orlando Pessuti anunciou o pagamento da terceira fase da reestruturação salarial dos policiais e bombeiros militares, implantada em abril deste ano, e dividida em quatro etapas. O anúncio foi feito durante a Parada Militar em comemoração aos 156 anos da corporação, realizada na noite desta terça-feira (10), no Quartel do Comando Geral, em Curitiba. “Já foram pagas as duas primeiras parcelas e, agora, em agosto, estamos na terceira etapa de implantação desse ajuste salarial”, informa Pessuti.

Ainda de acordo com o governador os pagamentos estão sendo possíveis graças a “forma eficiente com que vem sendo conduzidas, não só a Administração Geral do Estado, mas principalmente a arrecadação da Secretaria da Fazenda, que permite a nós, nesse momento, assumirmos esse encargo de cerca de mais R$ 9 milhões na folha de pagamento em benefício da Polícia Militar do Paraná”. Ele afirmou ainda que está estudando as possibilidades para a implantação da quarta fase até o final do ano.

“Sem duvida, este avanço salarial é uma motivação, um incentivo, para que os militares estaduais trabalhem cada vez melhor, não precisando em seu horário de folga realizar outras atividades, arriscando além da vida alheia a sua própria, visando suplementar seus salários”, diz o Secretário da Segurança Pública, coronel Aramis Linhares Serpa, ao destacar as conquistas salariais.

O Comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Luiz Rodrigo Larson Carstens disse que a reestruturação na lei salarial é uma mudança significativa para os militares estaduais. “Nós tivemos uma mudança na base de cálculo no mês de abril, avanços no mês de maio e junho. E das quatro fases, a terceira foi anunciada hoje. Isso vai trazer bastante motivação a toda a corporação, além do compromisso de ela continuar fazendo o melhor possível pela segurança do cidadão paranaense”, garante. Para ele, as melhorias salariais são decorrentes do “o apoio do Governo do Paraná à Segurança Pública”.

Clique aqui e veja a matéria completa.

Projeto prevê PM especial para vigiar eventos

quinta-feira, agosto 5th, 2010

Do Jornal Gazeta do Povo

Se aprovada na Assembleia, proposta aumentará efetivo da polícia. Fiscalização também será feita no entorno de bares

O projeto de reestruturação da Polícia Militar, em análise na Assembleia Legislativa do Paraná, pode resultar na criação de um batalhão específico para fiscalizar eventos. Entre as atribuições, vigiar o entorno de bares e casas noturnas de Curitiba, para coibir casos de badernas, direção sob efeito de álcool e poluição sonora.

A sugestão foi feita por representantes da Associação dos Bares e Casas Noturnas de Cu­­ritiba (Abrabar) durante reunião com o secretário de estado da Segurança Pública, coronel Aramis Linhares Serpa.

Atualmente, já é atribuição da PM atender casos de desordem em vias públicas, inclusive próximo a bares. No entanto, a função não é cumprida por causa da falta de pessoal. “Deveria acontecer, mas não acontece em razão da defasagem do efetivo”, afirma Serpa. O secretário aprovou a ideia da categoria, que vai em encontro ao Projeto de Lei 314/2010, proposto pelo governador Orlando Pessuti.

Segundo o comandante-geral da PM, coronel Rodrigo Carstens, o batalhão deve ter em torno de 800 policiais. Além de fiscalizar o entorno dos bares, os policiais teriam a responsabilidade de cuidar da segurança dos jogos de futebol, shows e operação verão. Além disso, a unidade dará suporte para a segurança da Copa do Mundo de 2014, em Curitiba.

O barulho nas regiões de casas noturnas tem sido a principal reclamação de vizinhos. A fiscalização seria uma forma de inibir a bagunça feita por frequentadores dos bares. “As reclamações dos moradores dessas áreas são relacionadas às pessoas que ficam perto dos estabelecimentos”, explica presidente da Abrabar, Fábio Aguayo. Na opinião dele, a proposta vai colaborar para resolver a questão.

Defasagem
A falta de efetivo das polícias no Paraná tem sido um dos principais obstáculos da segurança pública. Por isso, para compor o Batalhão de Eventos, o projeto prevê o aumento de quase 6 mil policiais na corporação. Hoje, há cerca de 21 mil policiais militares no Paraná. Com a aprovação do projeto, o número será fixado em 26.747.

Trâmite
O projeto de lei está em avaliação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Le­­gislativa do Paraná. Após aprovado pelos deputados que compõem a comissão, o projeto tem de passar por duas sessões de votação no plenário antes de ir à sanção do governador.

Policias militares resgatam crianças durante incêndio em Almirante Tamandaré

quinta-feira, julho 29th, 2010

Na última quarta-feira, dia 28, policiais militares do 17º BPM do destacamento de Almirante Tamandaré salvaram 15 crianças durante um incêndio em uma Casa de Apoio ao Menor, da cidade.

Apesar do empenho da equipe, que foi a primeira a chegar no local, uma menina de apenas um ano morreu carbonizada e a responsável pela Casa Lar também faleceu, a caminho do hospital. A causa provável do incêndio foi um curto circuito.

DESABAFO DE UM FAMILIAR DE POLICIAIS QUERENDO JUSTIÇA!

terça-feira, julho 27th, 2010

LEIAM ! PRINCIPALMENTE PORQUE NÃO É ESCRITO POR POLICIAL

Policial tem vida? Qual a natureza jurídica do policial? Ele tem direitos?

Nos últimos dias morreram dois policiais civis. Nos últimos 06 meses policiais militares que se interpuseram entre a sociedade e o tráfico de drogas na Zona Norte, foram assassinados. Os policiais que perseguiram o ladrão de bancos conhecido como Balengo foram, juntamente com seus familiares, ameaçados de morte. Na última sexta feira, o GARRA desencadeou uma ação para capturar os matadores de um dos policiais. Investigadores, escrivães, agentes, carcereiros e delegados, de férias, de folga, abriram mão da convivência da sua família para prender o assassino do colega.

Nenhuma palavra dos direitos humanos, nota ridícula da Globo, que preferiu dar destaque à prisão dos chamados higlanders. Muitas pessoas ligaram na Bandeirantes reclamando que a polícia estava sendo abusiva, que a operação prejudicava o trânsito, que a operação atrapalhava suas vidas. A Record criticou o fato veladamente, ora batendo, ora soprando, mas não deixou de apresentar uma crítica ao GARRA.

Quando o casal Nardoni foi investigado, por quase 30 dias o Brasil acompanhou uma novela. Ruas foram fechadas, inserções no horário nobre alterando o padrão Global, interditou-se ruas, avenidas, IML, a delegacia trabalhou apenas nisso!! No caso da menina Eloá, foram 100 horas em que famílias não puderam retornar aos seus lares. Isso mesmo, foi necessária a interdição de vários apartamentos.

No caso do seqüestro do menino Ives, do empresário Beltrão, Abílio Diniz, dos repórteres da TV Globo, do homicídio de Tim Lopes, a polícia trabalhou horas sem interrupção. Tenho amigos que não puderam nem ir para casa. Em todos esses casos não houve reclamação. Por isso pergunto: Policial é gente? Policial é humano?

Tenho um filho e a esposa na polícia. Tenho incontáveis amigos que quero como irmãos na polícia. Tenho diversos amigos na polícia. Tudo isso me machuca, me ofende.

No seu CPP de 2000 Nucci defendia que contra o policial sempre cabia prisão preventiva, posição retirada, mas nunca corrigida, pois nunca apresentou o policial como ser humano credor de direitos humanos. Em julgado recente, o STF, em pleno direito penal do autor, decidiu que o policial deve sempre ficar preso, pois sua missão é defender a sociedade e, quando age de forma diferente, deve permanecer preso. E o direito à presunção de inocência que concedeu ao padre pedófilo, cujo HC terminou por julgar inconstitucional a vedação de progressão de regime? E o jornalista Pimenta das Neves? O médico Farah que picotou sua vítima, E OS JUÍZES QUE VENDERAM SENTENÇAS E FORAM APOSENTADOS COM VENCIMENTOS INTEGRAIS, ou já se esqueceram de Vicente Leal? Por tudo isso, pergunto: policial é gente? Será que vem da sociedade?

Trabalhei muito tempo em hospital para saber que médico não cobra de médico, que engenheiro não cobra de engenheiro e, como advogado, não cobro de advogados. Não se trata de corporativismo, mas de companheirismo. Há um velho ditado que diz: “na hora da dificuldade o ser humano roga a Deus e clama pela polícia”. Passada a emergência, esquece-se de Deus e amaldiçoa a polícia. É verdade. A nossa imprensa pequena e comezinha ainda está presa a dogmas do jornalismo do século 19. A única norma constitucional que os jornalistas conhecem é a liberdade de expressão. Qualquer atividade, como a proibição da divulgação de grampos ilegais fere a liberdade de expressão, ainda que para exercê-la humilhem e massacrem pessoas que depois se descobre inocentes. Em Questão de Honra, Tom Cruise, um advogado militar, pergunta a sua colega porque ela se importava tanto com os sentinelas processados, a que ela responde: porque quando deito, durmo sossegada, sabendo que eles estão vigilantes e, que naquela noite nada vai me acontecer.

Estou encaminhando este e-mail para três jornalistas que, no meu ponto de vista são cabeças pensantes e não mero vendedor de noticias. Nada contra os demais, nada a favor também. Enviarei também ao STF. Os senhores, adicionados à minha lista, de alguma forma mantêm relacionamento com a polícia, seja civil, seja militar. Alguns já são policiais. Ou nos manifestamos, ou seremos sempre (não sou policial, mas minha família é, assim me sinto ofendido por eles) cidadãos de segunda classe, como foram os negros por 400 anos.

Abraços, e que Deus proteja, para quem acredita nele, os nossos policiais e, para quem não acredita, boa sorte!!

SE VOCÊ PUDER FAZER COMO EU, ENCAMINHE ESTE DESABAFO A TODAS AS PESSOAS DA SUA LISTA. COMO VOCÊ SABE, EU TRABALHO NO MEIO E CREIO QUE ESTAVA MAIS DO QUE NA HORA DE ALGUÉM GRITAR!!!

“Quem poupa o Lobo, sacrifica a ovelha”

(autor desconhecido)

A vulnerabilidade dos jovens

segunda-feira, abril 26th, 2010

No dia 20 de abril, o Jornal Gazeta do Povo publicou um artigo do Comandante da Academia Militar do Guatupê, coronel Roberson Luiz Bondaruck. Confira na íntegra:

O que seria apenas um jogo envolvendo o uso de pulseiras coloridas por adolescentes teria ocasionado o estupro de uma menina de 13 anos em Londrina, no Norte do Paraná, e a morte de duas adolescentes em Manaus, no Amazonas. Isso chama a atenção para um problema mais grave, do qual este episódio é apenas uma das suas muitas formas de manifestação: o entrechoque entre a banalização da violência e a vulnerabilidade dos jovens de hoje, para o enfrentamento dos riscos do convívio social moderno.

Essa brincadeira surgida na Inglaterra, em função da qual os participantes utilizam pulseiras de silicone de cores variadas, tendo cada cor um significado, e, rompidas por outros participantes, obrigariam a quem as usa se sujeitar desde a abraços até contatos íntimos mais intensos, conforme a cor da pulseira rompida. O que causa espanto nesse caso é o fato de que as regras desse jogo “autorizariam” de simples brincadeiras até incivilidades e delitos.

A crescente banalização da violência nas sociedades modernas apresenta muitas formas e desdobramentos, sendo que as chamadas “pulseiras do sexo” são apenas um ícone que funciona como um catalizador simbólico dessa agressividade subjacente e não são em verdade um motivo real.

Pelo lado dos jovens, temos uma série de pressões sociais que se somam aos problemas típicos da adolescência, do que resulta pessoas sem estruturas emocionais e psicológicas mínimas de autoproteção, o que faz delas vítimas frequentes de delitos como esses, do uso de drogas e de outros delitos, de que ora são vítimas, ora, perpetradores. Isso porque, além da menina vitimizada no caso de Londrina, participaram também um rapaz de 18 anos e outros menores de idade, ou seja, todos adolescentes, na condição de agressores.

A pulseira é, em verdade, apenas um ícone, como outros que a sociedade inventa, ou seja, um mero pretexto para o uso da violência de diversas formas, entre indivíduos, principalmente nos grandes centros urbanos, embora episódios dessa violência ocorram também em cidades menores.

Outro ícone igualmente catalizador de desvios de conduta, por exemplo, é a camiseta de um time adversário nos confrontos de torcidas, que muitas vezes são “organizados” pelo seus líderes em lugares e horários escolhidos. Nesse caso o jogo de futebol é uma mera desculpa inicial para os confrontos que se seguirão. Da mesma forma alunos de escolas próximas se confrontam, com consequências por vezes graves para a saúde ou integridade dos envolvidos, apenas pelo fato de que estudam em escolas diferentes. Assim tudo dependerá do nível de “autoridade” que os grupos envolvidos atribuirão a tais ícones, como autorizadores de atitudes mais ou menos agressivas. Isto revela uma propensão a atos de violência sem conotação ideológica ou motivação relevante, apenas a violência pela violência.

Obviamente que as ações da polícia agindo de forma preventiva (patrulhamentos, abordagem de suspeitos, blitze de trânsito), ou repressivas (investigação, captura e processo dos responsáveis), são fundamentais para a responsabilização dos culpados e prevenção de casos de violência. Igualmente a medida tomada pelo Judiciário de Londrina, determinando a proibição da venda de tais pulseiras, bem como a criação de legislação municipal que limite a presença desse produto no comércio da cidade, como aconteceu em Londrina e em Navegantes (SC), reforçam o grau de reprovabilidade que tais atitudes devem ter na sociedade.

Essas medidas são importantes por mostrar o repúdio dessa mesma sociedade por atos criminosos como esses e pelas atitudes que predispõem ou influenciam o indivíduo a praticá-las. Tanto que há notícia nos jornais de que teria caído radicalmente o consumo das famigeradas pulseiras no comércio.

Essas medidas, embora acertadas, não têm o condão de resolver o problema em definitivo, posto que as suas raízes são de natureza social e mais profundas. Por isso, continuarão a gerar novos ícones e grupos que lhes atribuam a autoridade que citamos e em função deles novos crimes se produzirão num ciclo vicioso contínuo como atualmente ocorre, enquanto não se encontram soluções efetivas e com a profundidade e alcance necessários.

Portanto o tratamento a ser dado pela sociedade como um todo aos dois lados do conflito jovens versus violência precisa ser diferenciado se efetivamente se pretende reduzir a incidência de situações dessa natureza.

PEC 300 em risco

quinta-feira, fevereiro 4th, 2010

Do Blog do Servidor - Extra Online

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/2008, que equipara os salários de PMs e bombeiros de todo país aos do Distrito Federal, pode estar com os dias contados. Em Brasília para pressionar pela aprovação imediata da PEC, representantes de associações das categorias conversaram com parlamentares e ouviram deles que a ideia é anexar a PEC 300 à outra PEC, a 446 (número dado na Câmara dos Deputados à PEC 41, já aprovada no Senado). A PEC 446 cria um piso salarial nacional para PMs e bombeiros, mas não estabelece um valor, deixando a tarefa para o Poder Executivo.

A PEC 300 é a que conta com a simpatia da maior parte dos policiais militares e bombeiros, que veem nela o caminho mais rápido para a melhoria dos salários. Não por acaso, cerca de cinco mil servidores das duas corporações foram a Brasília na abertura do ano legislativo defender a PEC 300. Como se não bastasse, a PEC 300 já estava no plenário da Câmara, pronta para ser votada, enquanto que a 446 ainda está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, ou seja, terá que percorrer um caminho mais longo até uma eventual aprovação.

(…)

NOTÍCIAS DE BRASÍLIA

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

Hoje, dia 2 de fevereiro de 2010, deve ser marcado na história das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares como o dia da descoberta de que nós também somos cidadãos de fato e de direito, que podemos sim fazer as transformações e revoluções para a melhoria da nossa qualidade de vida. O que se presenciou hoje na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional em Brasília é algo que vai ficar marcado para sempre.

De forma pacífica e em clima de cordialidade integrantes das PM e CBM de todo o Brasil, bem como esposas, fizeram um ato público de muita grandeza. Cerca de três mil pessoas marcharam pela monumental até o Congresso, de forma organizada, sem qualquer tipo de exagero ou de condutas inconvenientes. No Congresso, ocupamos os corredores, as galerias e os gabinetes de deputados reivindicando a aprovação da PEC 300.

No plenário, ocupamos todos os espaços das galerias. Ouvimos discursos efusivos e todos em apoio à PEC 300. O objetivo era conseguir do Deputado Michel Temer o cumprimento de seu compromisso de colocar na pauta de votações a PEC 300. Como era de se esperar, pela força e organização demonstradas pelo nosso movimento, impressionamos todos os parlamentares, além da pressão que foi feita, que o Presidente da Câmara na parte da tarde se ausentou, pois certamente não teria como resistir ao nosso apelo.

Amanhã teremos outra intensa atividade e vamos novamente pressionar para que a PEC 300 entre na pauta de votações e seja aprovada.

As nossas delegações, de todas as cidades, estão muito bem e se comportando de forma brilhante. Só tivemos um contratempo com a delegação de Curitiba, que em razão de interdição de estradas, em virtude de fortes chuvas, chegaram um pouco fora do previsto. Estamos todos muito bem acomodados e unidos em prol de todos os nossos conterrâneos, os quais temos certeza estão torcendo muito pelo nosso sucesso, que será de todos.

Major Élio
Diretor de Defesa da Classe AMAI

PEC 300 - Manifestação reúne policiais no gramado do Congresso

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

Do blog do Stive

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Desde o início da solenidade de abertura do Ano Legislativo de 2010, milhares de manifestantes representando entidades de classe das Policiais Militares do Brasil inteiro se reuniram no gramado central situado na frente do Congresso, reivindicando a rápida aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 300/08, que equipara seus salários aos dos integrantes da Polícia Federal.

Os manifestantes, vestidos de laranja e branco, recolheram assinaturas que serão adicionadas ao manifesto que entregarão ao presidente da Câmara, Michel Temer, pedindo a aprovação da PEC. Uma delegação das PMs assistiu à solenidade de abertura do Ano Legislativo, das galerias do plenário da Câmara, enquanto outros ocuparam os corredores, fazendo trabalho de convencimento de parlamentares para a conveniência de sua reivindicação

Música da PEC 300/08

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

Todos nós, cantando esta mesma canção!
PEC 300! EU ACREDITO!!

MOBILIZAÇÃO NACIONAL EM BRASÍLIA, DIAS 2 E 3 DE FEVEREIRO

quinta-feira, janeiro 28th, 2010

INFORMAÇÕES

Prezados Amigos:

Primeiramente, em nome de todas as Associações do Estado do Paraná, tanto de Oficiais e Praças, indistintamente, irmanados nessa luta de todos nós, queremos agradecer ao apoio e atendimento ao nosso chamado de todas as regiões. Tínhamos a previsão de cinco ônibus e até alguns estavam apreensivos se iríamos ou não lotar todos; para surpresa geral temos lista de espera que lotariam dez ônibus. Muito obrigado pelo empenho de toda a classe e especialmente das lideranças em cada cidade aonde ocorrerá o embarque.

Infelizmente, nessa caminhada não poderemos atender a todos, mas é apenas o primeiro passo mais decisivo na aprovação da PEC 300. Teremos mais quatro mobilizações dessa natureza, ainda no primeiro semestre, em Brasília. Como podem ver, precisaremos do apoio e empenho de todos por muito mais tempo e teremos oportunidades de estar com todos nessa caminhada. Por isso pedimos a compreensão de quem se voluntariou para essa etapa, pediu folga, trocou escala, ou seja, fez a correria e não há lugar para nos acompanhar. A próxima mobilização é para logo após o carnaval…

COMO VAI SER O TRABALHO EM BRASÍLIA? Hoje conversamos longamente com o Deputado Assunção, o qual nos explicou como vai acontecer o movimento em Brasília. No dia 2 teremos uma passeata próxima ao Congresso, terminando com a ocupação pacífica e organizada das galerias da Câmara dos Deputados. Nessa solenidade será feita a abertura da quarta Sessão Legislativa. Em seguida, almoço por conta do participante (R$ 10,00 – restaurante do congresso). Na parte da tarde vamos correr atrás dos líderes partidários para pedir apoio formal para inclusão da PEC 300 na pauta de votações. Este é o nosso maior objetivo em Brasília nessa primeira etapa: COLOCAR NA PAUTA DE VOTAÇÕES DA CÂMARA A PEC 300!!!!!!!!!!!

No dia 3 vamos correr atrás do apoio dos Deputados Federais do Paraná. Cada delegação dever buscar o apoio incondicional de seus parlamentares. Temos que tirar de todos o apoio à PEC 300.

A PEC 41 PODE ATRAPALHAR? Segundo o Deputado Capitão Assunção, a PEC 41 do Senado, que na Câmara recebeu o numero 446, regimentalmente, poderá levar seis meses para ir a plenário. Esse é o tempo que temos para aprovar a PEC 300.

FIQUEM ATENTOS COM MENSAGENS EM NOME DA ANASPRA SOBRE INDICATIVO DE GREVE NACIONAL. A ANASPRA, tem divulgado e-mails que a mobilização em Brasília nos dia 2 e 3 de fevereiro servirá também para tratar do indicativo de greve nacional de PM e BM. Isso é mentira e nos não concordamos com isso, pois o objetivo da mobilização e da nossa liderança em Brasília é aprovar a PEC 300. Portanto, quando receberem informações nesse sentido procurem desconsiderar, porque esse assunto não faz e não fará parte da nossa pauta de trabalho em Brasília.

Se alguém aprova o movimento da ANASPRA não conte com o nosso apoio. Faça a sua mobilização e vá para Brasília por meio de outras entidades.
É importante lembrar que nenhum policial militar armado terá acesso nas galerias e demais locais.

Major Élio
Diretor de Defesa da Classe – AMAI